quarta-feira, 30 de abril de 2008

Nutrientes

Todo o ser vivo necessita de um fornecimento contínuo de matéria e energia para poder realizar normalmente as suas funções vitais e para cobrir estas necessidades o organismo necessita alimentar-se.

O homem utiliza como fontes principais de energia três tipos de nutrientes: hidratos de carbono, lípidos e proteínas.

Outros nutrientes, também essenciais, mas em muito pequenas quantidades, são as vitaminas e minerais.

Uma dieta variada contém proteínas, gorduras e hidratos de carbono, e também, todas as vitaminas e minerais.


Mas em que alimentos encontramos os nutrientes que necessitamos?

*Minerais (cálcio, potássio, ferro, etc): presentes no leite e derivados, soja, alguns legumes verdes, cogumelos, algas marinhas…

*Glícidos: presente nos farináceos, leguminosas secas, fruta, leite, iogurte, pão, batatas, massas, leguminosas, arroz, sêmola…

*Proteínas: presente nos derivados da soja, gérmen de trigo, aveia, tofu, arroz, feijão, grão, pão escuro, manteiga de amendoim, massa, muesli, cereais e cuscus.

*Vitaminas: presente na soja, levedura de cerveja, laranja, banana, cenoura, ovo, vegetais, queijo, frutos secos, cereais, tomate, pimento, gérmen de trigo, etc. Uma vitamina muito importante é a vitamnina B12. E como ela não se encontra em muitos vegetais, podendo-se apenas recorrer ao leite e queijo, é essencial que seja substituída por suplementos vitaminados.

*Fibras: presente nos vegetais, frutas, leguminosas, cereais…

terça-feira, 29 de abril de 2008

O néctar do sol


Vitamina D, um factor essencial para a vida - Parte II



A doença clássica produzida pela deficiência grave de vitamina D é o raquitismo. Porém, uma excessiva concentração também pode acarretar graves riscos para a saúde.
Diversos estudos têm sido realizados no sentido de encontrar as diferentes funções do calciferol (como é também designado o importante nutriente). Segundo um dos estudos as flutuações da vitamina D3 controlam a resposta imunitária inata do organismo e a vitamina D tem propriedades anti-inflamatórias, o que explicaria a sua utilidade na prevenção de problemas cardiovasculares e de tumores, processos patológicos caracterizados pela inflamação. Mas isso não é tudo: ensaios clínicos efectuados em animais revelaram a sua capacidade imunodepressora e, por conseguinte, o seu potencial para tratar doenças em que o inimigo a abater seja o nosso próprio sistema imunitário, como é o caso da diabetes ou da esclerose múltipla. Foram também descobertos numerosos receptores para a vitamina D que interagem com o metabolito calcitriol nos ossos, fígado, cérebro, sistema nervoso central, pâncreas, tecido adiposo, intestino, paratiróide, próstata, células do sistema imunitário, rins e pele. Semelhante ubiquidade sugere que a substância age como um regulador genético universal.

Como repor o défice vitamínico sem que a nossa saúde seja afectada?
Na realidade, se apanhássemos sol de vez em quando, não seria necessário qualquer suplemento. O problema surge quando afecta pessoas com pele muito branca e pouca melanina, como acontece com muitos habitantes do centro e do Norte da Europa e os seus descendentes noutros países. Como expor-se ao sol sem protecção pode ter graves consequências e os dermatologistas argumentam com o risco de cancro da pele, a solução passa por recorrer aos suplementos.A questão que se coloca em seguida é saber a quantidade a tomar. Seria necessário individualizar o tratamento consoante o tipo de pele de cada um, o local onde vive e a época do ano. As doses recomendadas do ponto de vista nutricional (aplicáveis à população em geral sem precauções especiais) são de cinco microgramas por dia no caso dos adultos e dez para os idosos. Bastaria consumir alimentos enriquecidos para suprir as necessidades diárias, pois as vitaminas lipossolúveis comportam riscos: doses 25 vezes superiores podem produzir hipercalcemia, hipertensão arterial ou lesões graves nos rins, incluindo insuficiência renal crónica.

Como controlar o ácido úrico

Ter uma concentração demasiado elevada de ácido úrico no sangue pode danificar as articulações e desencadear uma artrite crónica. Embora nem todas as pessoas com níveis elevados de ácido úrico acabem por sofrer desta doença, é necessário ter bastante cuidado, pois o seu excesso provoca sintomas muito dolorosos.

A nível nutricional, o melhor para controlar o ácido úrico é uma dieta depurativa baixa em purinas, que fará com que se normalizem os níveis, não só deste indicador, mas também do colesterol. A regulação de ambos contribuirá, por sua vez, para o equilíbrio da tensão arterial.

Alimentos recomendados:
· Lácteos
· Cereais e batatas
· Verduras e hortaliças (salvo as flatulentas e ricas em purinas)
· Frutas (evitar frutas em calda)
· Bebidas (água bicarbonatada, infusões e sumos naturais)
· Gorduras (azeite e óleos de sementes, manteiga e margarina vegetal)


Alimentos proibidos:
· Queijos gordos
· Carnes (galinha, porco, vaca, vísceras e enchidos)
· Peixes gordos
· Marisco
· Leguminosas secas
· Verduras e hortaliças (couve, espinafres, couve-flor, alcachofra, brócolos, cebola, rábano, alho-francês, espargos, cogumelos e beringelas)
· Caldos (carne, peixe, marisco ou derivados)
· Bebidas alcoólicas (especialmente cerveja preta e vinhos doces)

Licenças Etílicas

O álcool é saudável, quando consumido em pequena quantidade: a cerveja, o vinho e alguns licores protegem contra às doenças coronárias e à diabetes, reduzem o risco da formação de coágulos e aumentam os níveis de “bom” colesterol.

O efeito psicológico de beber um copo depois de um dia stressante, na companhia dos amigos, pode melhorar a saúde e o bem-estar em geral. Mas sempre em quantidades muito moderadas!!



In Saúde e Bem-estar

Litros de Saúde

Ingerir a quantidade adequada de líquidos regula o bom funcionamento das células e favorece o transporte de nutrientes e a eliminação de toxinas. A água arrasta as impurezas do organismo; acelera o metabolismo; actua como lubrificante natural dos olhos, boca, nariz e pele; ajuda a manter a pressão sanguínea nos valores adequados, regula a temperatura corporal, melhora a digestão e previne a obstipação.

A quantidade de água que o organismo necessita varia segundo a pessoa. Contudo, para o correcto funcionamento dos rins, é fundamental ingerir cerca de 2 litros de água por dia, incluindo aquela que é fornecida pelos alimentos.

A água é o melhor líquido, mas os sumos de fruta e as infusões também são muito benéficos. Um copo de sumo de laranja por dia, por exemplo, fornece uma boa quantidade de ferro.


in Saúde e Bem-estar

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Como falar bem em público

Uma vez que este blog foi criado no âmbito da disciplina de Comunicação, achamos por bem colocar um artigo sobre a “arte do bem falar”. Para comunicar é necessário ter em conta certos aspectos para que sejamos facilmente entendidos.
Uma lista de dicas foi elaborada pelo Reinaldo Polito, professor em São Paulo, para nos ajudar nas apresentações em público e para falarmos com mais segurança e desembaraço. Também já algumas destas dicas foram referidas em aulas, e portanto consideramos que nunca seria demais relembra-las uma vez que futuramente seremos, como nutricionistas, comunicadores.

1. Prepare-se para falar – saiba o máximo que puder sobre o assunto que vai expor e treine a maneira como o vai expor;
2. Naturalidade é a melhor forma de comunicação;
3. Não confie na memória, leve roteiro para se guiar;
4. Use uma linguagem correcta;
5. Saiba quem são os ouvintes – cada público tem características e expectativas próprias que precisam de ser consideradas numa apresentação;
6. Tenha começo, meio e fim;
7. Tenha uma postura correcta – evite: apoiar-se em apenas uma das pernas, ter as pernas muito abertas ou fechadas, falar com as mãos nos bolsos ou atrás das costas, procure não estar sempre parado e gesticular mas não em demasia;
8. Seja bem-humorado;
9. Use recursos audiovisuais;
10. Fale com emoção.